

Coletivo Obstare
Pré-natal e parto humanizado com equipe integrada
Fale conosco no WhatsAppAssistência baseada em evidências, decisões compartilhadas, afeto e respeito às escolhas da mulher.
Como funciona?
Humanização, equipe multi e decisões compartilhadas
Somos um grupo de médicas ginecologistas e obstetras e enfermeiras obstétricas que atuam juntas no pré-natal e no parto humanizado. A ideia nasceu inspirada por equipes do Brasil, como o Coletivo Nascer (SP) e o Coletivo Bom Parto (BH).
Trabalhamos com parto humanizado, baseado em evidências, decisões compartilhadas e respeito às escolhas da mulher. Nosso modelo busca tornar o cuidado mais acessível do que equipes 1:1, ao mesmo tempo que torna a vida do profissional de Obstetrícia mais previsível a longo prazo.
No pré-natal, você será acompanhada pela equipe: revezamento entre consultas com médica (GO) e enfermeira obstétrica (EO). No parto, funcionamos em plantões de disponibilidade; no dia, a dupla (GO + EO) escalada realiza a assistência.
A protagonista do parto é a mulher; a equipe é coadjuvante. Mantemos protocolos e treinamentos atualizados para assegurar uma assistência carinhosa e baseada em evidências, independentemente de quem esteja no plantão.
Princípios que nos guiam
- Prática baseada em evidências e atualização contínua.
- Decisões compartilhadas com protagonismo da mulher.
- Respeito às preferências e plano de parto.
- Equipe multidisciplinar com integração GO + EO.
- Compromisso com acesso e acolhimento.
Como é o cuidado na prática?
- Pré-natal em revezamento: 1 consulta com médica, seguida de 1 com enfermeira, e assim por diante.
- Plantões de disponibilidade no parto: atende a dupla GO + EO escalada.
- Comunicação clara sobre benefícios e riscos de intervenções.
- Plano de parto revisado e respeitado sempre que seguro.
O que é parto humanizado?
Parto humanizado não é somente aquele na banheira ou totalmente sem intervenções. Trata-se de uma abordagem respeitosa, realizada por equipe multidisciplinar, com a mulher em papel ativo nas decisões e assistência contínua.
Intervenções como indução, analgesia, condução com ocitocina ou mesmo cesárea podem ser necessárias. O importante é que sejam apresentadas e discutidas com a gestante, respeitando o tempo da mãe e do bebê e garantindo um ambiente acolhedor.
Ultrassom Morfológico do Primeiro Trimestre (11–14 semanas)
Exame de triagem essencial para avaliar o desenvolvimento inicial do feto e identificar precocemente possíveis anomalias.
Principais objetivos
- Vitalidade fetal: batimentos cardíacos e movimentos.
- Datação precisa da gestação e DPP (medida CCN).
- Translucência nucal e marcadores (osso nasal, ducto venoso) para avaliação de síndromes.
- Triagem de anomalias estruturais (cérebro, coluna, coração e órgãos).
- Posição da placenta e avaliação do cordão umbilical.
Como é realizado
Preferencialmente com transdutor abdominal; em alguns casos usa-se o transvaginal para melhor visualização. É um exame seguro e bem tolerado.
Quando fazer
Recomendado para todas as gestantes entre a 11ª e a 14ª semana.
Quando é o momento ideal para internação?
Buscar internação muito cedo pode aumentar o risco de intervenções desnecessárias. O momento ideal é quando as contrações se tornam regulares, intensas e com intervalos de ~5 minutos, ou conforme orientação do seu obstetra/equipe.
Se você possui equipe, ficar o máximo de tempo em casa com suporte da enfermeira costuma ser o melhor caminho, evitando desgaste físico e emocional.
O que pode ser violência obstétrica?
- Desrespeito verbal: agressões, humilhações ou críticas.
- Negligência: recusa/atraso injustificado de cuidados.
- Intervenções sem consentimento: episiotomia, cesárea, fórceps ou manobras invasivas.
- Recusa do direito ao acompanhante (garantido por lei no Brasil).
- Violência física: manobras como Kristeller ou procedimentos dolorosos sem analgesia adequada.
O parto deve ser um momento de respeito, cuidado e empoderamento. Informe-se sobre seus direitos e converse com sua equipe.

